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Incluindo o fator “sustentabilidade” ao café de Rondônia

Reuniões e oficinas sobre metodologia e plano de trabalho para Indicação Geográfica (IG) aconteceram em Cacoal, Rondônia, durante o 1º Festival do Café, em Julho. O evento reuniu membros da Secretaria da Agricultura, Prefeitura, Instituto Federal, equipe de assistência técnica e extensão rural da Emater-RO, representantes do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Embrapa, Câmara Setorial do Café e outros.

Os principais objetivos eram apresentar opiniões, expectativas, ideias e propostas relacionadas às responsabilidades na implementação de ações, considerando características específicas e funções de cada instituição. Durante o evento, metodologia e plano de trabalho para IG foram apresentados, discutidos e validados.



O Programa Brasil da GCP – representado por Eduardo Matavelli, agrônomo – foi convidado a participar no desenvolvimento do Plano IG por sua relevância em ferramentas e ações de sustentabilidade conduzidas em Rondônia, incluindo o fator “sustentabilidade” na construção da IG.

Em algumas regiões cafeeiras brasileiras, o fator “qualidade” vem antes do fator “sustentabilidade”. Na Amazônia, onde há uma preocupação mundial quanto a questões ambientais, é fundamental que a “sustentabilidade” venha antes de qualquer outro fator, como uma forma de proteger as lavouras de café e o planeta.


Treinamento Avançado no CSC tem potencial para atingir 150 municípios em Minas Gerais

O Programa Brasil da GCP promoveu o Treinamento Avançado no Currículo de Sustentabilidade do Café (CSC) na Minasul, Sul de Minas Gerais, preparando a equipe da cooperativa para iniciar o uso do CSC App e implementar o Sistema Interno de Gestão (SIG) para Sustentabilidade.

A Minasul atende cerca de 6.000 pequenos produtores e recebe café de mais de 150 municípios – 80% deles são cafés especiais, consequência do encorajamento e do grande potencial da região em produzir cafés de alta qualidade.